Rua Fortaleza de Minas, nº 71, V. Barros - Guarulhos - SP CEP: 07193-110 - Constituição: 03/11/96 Presidente: Pr.João José
" Fique Firme "
"Por isso não desfalecemos; mas ainda que o nosso homem exterior se esteja consumindo, o interior, contudo, se renova de dia em dia." II Coríntios 4:16
Mensagem Ministrada pelo pr. João José no domingo
dia 14/10/12, na Santa Ceio do Senhor.
Revelação da Cruz --João 3-16
INTRODUÇÃO--Eu inicio essa mensagem dando um
Ex: O desenho da bela e a fera.
Muitas
vezes éramos príncipes e fomos amaldiçoados e viramos feras. Mas Deus deu Jesus
para nos libertar, pois Ele se importa com as feras. O maior presente de Deus
para nossa vida é o dom da cruz.
O que
Cristo fez por mim? Is 53:1-7.
Jesus foi
a cruz por causa dos nossos pecados. O homem se afastou de Deus por causa do
pecado.
MT 26:40
--Jesus
veio com o propósito de resgatar a humanidade. Todas as vezes que nós pecamos
estamos crucificando Jesus novamente. Quando Jesus recebeu um lança no peito
foi para curar nossas emoções (dor emocional).
Gl 6:14 /
Gl 5:24
Salmos
22:1-10--Davi pôde
ver antes tudo que Jesus ia passar, ele teve a revelação da cruz. A vida eterna
é conhecer a Deus e Jesus.
Jó
33:16-18--Jesus
nunca esteve preso em um corpo, somente quando foi encarnado, quando trocou de
lugar conosco.
Jesus foi
a cruz para nos redimir, livra-nos da maldição.
Presentes
de Deus para nossa vida:
1º
- Libertação
da maldição da pobreza e da ruína ( coroa de espinhos ) , os
espinhos são a representação da maldição. Jesus nasceu em um lugar sem
condições para nos libertar desde o nosso nascimento.
2º
- Cura
das enfermidades (39 açoites), eles representam 39 tipos de doenças.
3º
-
Libertação da culpa e dos argumentos ( os pregos nas duas mãos )
4º - Libertação da opressão (prego
nos pés)
5º - Lucas 23:39-Cura interior (lança
no coração)
6º-
João
19:34 –(Sangue E Água)-Através do sangue derramado,ele nos daria uma água
diferente que mataria a nossa sede para sempre.foi o que ele disse para A
mulher Samaritana no Poço de Jacó. (João 4: 7-14).
7º
- Marcos
15:38,39 ( O Véu do Templo se Rasgou de cima a baixo).Aqui há duas revelações: A- O fato do vel, ter se rasgado ao meio,significa que a
partir daí temos liberdade de chegarmos diante do pai por meio de Jesus Cristo.
B- Porque o véu se rasgou de cima
para baixo, e não de baixo para cima?
É porque
a salvação vem lá de cima.
CONCLUSÃO—Agora que você recebeu as sete revelações
da cruz, você pode ter mais certeza ainda da tua vitória.Você é livre da
maldição da pobreza e da ruína,livre das enfermidades,livre da culpa e dos
argumentos de satanás,livre da opressão,será curado no seu interior e livre da
sede espiritual
“ Indignação “
Quero registrar aqui a minha indignação, por Lideres Evangélicos
que em todos os estados brasileiros, têm-se filiado a partidos políticos de
cunho comunista, e muitos dando o seu voto para os mesmos, ferindo assim os Princípios
Bíblicos, e nestes últimos tempos, temos visto e ouvido a respeito de Pastores
e Líderes Evangélicos, que estão se tornando Maçons, ( ou seja querem
ser Pastores e ao mesmo tempo querem ser Maçons! ), que absurdo! Estão
pregando a Palavra de Deus para os fiéis de suas igrejas, mais eles mesmos não
estão a praticar aquilo que pregam. Infelizmente muitas pessoas que se dizem
evangélicas hoje, não estão deixando Deus usa-las, elas é que querem usar a
Deus.
Pr. João José
Ministrada pelo pr. João José - dia 29/07/2012
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O fariseu e o publicano
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| Texto: Lucas 18.9-14 Introdução: Jesus, vendo a situação da sociedade à sua volta, tocou na essência do problema. As pessoas eram religiosas, praticantes do judaísmo, mas suas relações eram marcadas pelo desprezo, pela falta de amor, compaixão, respeito e consideração, conforme se vê no versículo 9. A religião, portanto, pode produzir resultados contrários ao que dela se espera. As religiões tem feito mais para separar as pessoas do que para uni-las. Para atacar a raiz do problema, Jesus contou uma parábola. Esta era uma forma de denunciar o mal sem citar nomes, sem apontar diretamente para as pessoas presentes. A parábola era um “caso” fictício que levaria os ouvintes à reflexão. Cada um se identificaria com um dos personagens. - Dois homens vão ao templo para orar. Eram aparentemente iguais. Ambos estavam realizando um ato religioso: a oração. Assim como Caim e Abel trouxeram ofertas a Deus, embora fossem muito diferentes um do outro. Vendo uma multidão que se dirige ao culto, talvez consideremos todos iguais, dignos de serem congratulados por seus atos. - Uma pessoa mal informada, valorizaria os 2 homens da mesma forma, pelo simples fato de irem ao templo orar. - Uma pessoa bem informada, sabendo quem eram o fariseu e o publicano, valorizaria o primeiro e desprezaria o segundo. O fariseu era um religioso, membro de uma seita judaica, zeloso pela lei de Moisés e pelo cumprimento das tradições. O publicano era um cobrador de impostos, um judeu que recolhia tributos dos judeus para entregar aos romanos. Era considerado um traidor, a escória da sociedade, desprezado e rejeitado. Do ponto de vista humano, as pessoas são valorizadas ou não, dependendo de suas posições sociais ou religiosas, sua reputação, seus rótulos pejorativos ou títulos honoríficos. Daí vem os preconceitos e as generalizações. - Deus, sendo onisciente, valorizava os dois de igual modo, mas não pelos atos religiosos em si, pois ele não se engana pelas aparências. Apesar de valorizar os dois, Deus reprovaria um deles. As portas do templo estavam abertas ao fariseu e ao publicano. Deus valoriza a todos, recebe a todos, mas deseja que tenhamos a atitude correta em sua presença. - As duas orações Temos a tendência de valorizar os atos religiosos, como se fossem um fim em si mesmos. Se oramos durante 1 hora, já ficamos satisfeitos. Entretanto, não basta orar. É preciso saber porquê oramos, o quê dizemos em nossas orações e qual é o seu resultado. - A oração do orgulho. O fariseu fez apenas um relatório de sua vida religiosa. O problema estava na motivação. Por trás da oração havia: mero costume religioso, orgulho, soberba, presunção, egoísmo, auto-confiança, além de toda a atitude negativa contra o publicano que ali estava. Apesar disso, o fariseu tinha muitas qualidades, conforme ele mesmo propagava. Jesus não disse que aquele homem estivesse mentindo. Era tudo verdade (18.11-12). Ele evitava alguns pecados e fazia algumas coisas boas. Porém, o pecado do orgulho e da falta de amor ao próximo passou-lhe despercebido. Observe a sutileza da iniquidade. Evitamos o que é considerado grande e escandaloso, mas cultivamos males interiores, embora igualmente mortíferos. Sua auto-imagem (algo tão valorizado atualmente) era a melhor possível, mas não correspondia à forma como Deus o via. O fariseu estava muito satisfeito consigo mesmo porque se comparava ao publicano e aos piores homens da sociedade. Ele não tinha em vista o padrão divino. Sua noção de justiça própria se alimentava da observação da injustiça alheia. Se, de outro modo, nos compararmos ao Senhor Jesus, sempre teremos algo para reconhecer, confessar e mudar. Nunca seremos arrogantes ou jactanciosos. Em sua oração, o fariseu agradecia, não pelas obras de Deus, mas por suas próprias obras. Em sua oração, o fariseu citou o publicano, não para interceder por ele, mas para acusá-lo. Perdeu, portanto, uma grande oportunidade de orar bem. Deus estava ali para ouvi-lo, mas ele só disse bobagens. - A oração da humildade e do arrependimento O publicano tinha consciência do seu pecado. Isto é fundamental para que haja perdão. Sua auto-imagem era ruim, porém realista. Ele se humilhou diante de Deus, pedindo misericórdia. Tal atitude agradou o coração do Senhor. - O resultado da oração A oração do fariseu não obteve resposta porque ele não perguntou nada nem pediu coisa alguma, mas apenas teceu elogios a si mesmo. Eis o exemplo de uma oração absolutamente inútil. Dessa forma, muitos fariseus frequentavam o templo em vão durante toda a vida. A oração do publicano obteve resposta, resultado. Ele foi justificado e perdoado por Deus. Sua oração provocou uma ação divina a seu favor. Conclusão: - Mais vale um pecador arrependido do que um justo orgulhoso. - O fariseu era um “falso justo” (18.9). O publicano se tornou justo de fato, pois foi “justificado” por Deus. - Deus está pronto a perdoar. E nós? Estamos prontos para reconhecer o pecado e perdir perdão? - Jesus é o observador onipresente. Ele vê quem está no templo, o que está fazendo, sua intenção, seu caráter, etc. - O publicano voltou para casa justificado. O fariseu voltou da mesma forma como saiu, embora estivesse satisfeito por ter cumprido sua obrigação religiosa. Como você voltará para casa hoje? |
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